sexta-feira, 18 de abril de 2014

Me reduz ao pó

Há um vazio dentro de mim,
Feito chaga incurável
Que grita;
Pulsa;
Geme!
 Há quem possa ouvi-lá?
Amenizar minha dor?
Quando se reflete em meu olhar,
Se imortaliza em meus lábios; Descansando em meu peito.
E quando se torna cornal, me consome lentamente
queima intensamente... E me reduz ao pó.

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