Não admito que me julguem por carregar cicatrizes;
Nenhuns de vocês gemeram comigo minhas dores,
Nem um de vocês acalmaram meus clamores. Enquanto eu implorava misericórdia e perdão;
Nem estancarem-nas quando tornou-se profundas.
Não admito que me julguem, por meus tropeços, por falhas, erros.
Ninguém estava ao meu lado nas noites de extrema escuridão. De agonia e solidão.
Só quem sofreu o que eu sofri. E foi forte para suportar;
Poderia então me absorver ou condenar.
Isso por que... Sozinha sofri,
Sozinha chorei.
E por mais dolorosa que foi minha experiência. Fortaleceram-me as dores que suportei.
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