Na escuridão dos Cemitérios
Meus pensamentos vagueiam pela noite sombria e perigosa,
Caminha entre corpos imortalizados pelo tempo. procurando refúgio para minha alma, para minha mente.
Tentando aceitar de forma natural a tua ausência.
O vento se arrasta entre as sepulturas, assim também caminha os meus pensamentos; Feito folha seca a cair, sem sentido maior, feito pássaro sem destino, sem rumo...
Tua falta tornou-se ferida em meu coração; essa dor tornou-se lágrimas em meus olhos.
Vivo condenada a escuridão, tendo que esconder-me do nascer do dia, caminho sozinha na escuridão dos cemitérios.

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