sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Tua ausência

Na escuridão dos Cemitérios


Meus pensamentos vagueiam pela noite sombria e perigosa,
Caminha entre corpos imortalizados pelo tempo. procurando refúgio para minha alma, para minha mente.

 Tentando aceitar de forma natural a tua ausência.
 O vento se arrasta entre as sepulturas, assim também caminha os meus pensamentos;  Feito folha seca  a cair, sem sentido maior, feito pássaro sem destino, sem rumo...
 Tua falta tornou-se ferida em meu coração; essa dor tornou-se lágrimas em meus olhos.
Vivo condenada a escuridão, tendo que esconder-me do nascer do dia, caminho sozinha na escuridão dos cemitérios.

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